Os impostos estão subindo e a importação sobre veículos elétricos, híbridos e equipamentos de energia solar fotovoltaica foi duramente castigada.
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| Imagem gerada por IA |
O que deveria ser um marco para proteção ambiental e transformação social, vira mais um dia de Brasil caro e que se arrasta sem perspectiva.
Os impostos subiram de 0% em 2022 para até 36% em 2026 e isso vem mostrando o quanto complicado é utilizar energia limpa e renovável no país e, também, investir neste setor.
Subir impostos significa dificultar que a classe média tenha acesso, sim, o acesso se torna difícil quando impostos são colocados em produtos e serviços.
Nem a COP30 que aconteceu no Brasil fez o governo federal desistir de subir os impostos gradualmente, Importação sobre veículos elétricos, híbridos e equipamentos de energia solar fotovoltaica foram duramente castigados.
Definida pelo Confaz, a medida publicada no Diário Oficial da União, prevê alíquotas, antes zeradas ou reduzidas, chegando a 35% ou 36% até o meio de 2026.
Esses produtos (em 2015) tinham incentivos reais para acelerar a transição energética para limpa e renovável. Porém em janeiro 2024, de forma escalonada, iniciou-se a cobrança de impostos: veículos 100% elétricos passaram a 10% em 2024, subiram para 18% em julho, chegarão a 25% em 2025 e 35% em julho de 2026. Híbridos e híbridos plug-in seguem processo parecido. Painéis solares importados também entraram no aumento, dificultando o acesso a tecnologias avanças do setor que produzem mais energia.
A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) alertou para a alta de custos, risco a projetos, investimentos e empregos, já representantes da indústria defendem o ajuste para reduzir a dependência de importações subsidiadas e fortalecer a produção nacional, que venhamos e convenhamos, ainda não atende a demanda interna, não conseguiria oferecer preços atrativos, tecnologia de ponta ou tecnologia equivalente em alguns casos, provando que ainda temos muito a evoluir na administração pública, visando não só o velho protecionismo mas o acesso e verdadeiro desenvolvimento social facilitando o acesso a energia elétrica produzida por essa tecnologia e carros mais tecnológicos e econômicos que, no Brasil são apenas montados com tecnologia de fora.
De acordo com o novo calendário, a transição energética tende a ficar mais cara. Isso muda praticamente tudo que o mundo vem fazendo. Essa forma de pensar mercados já se mostrou danosa em diversos setores e, justamente algo tão importante que pode verdadeiramente mudar a realidade no país, está indo para o mesmo caminho.
Falta de visão social, protecionismo de mercado ou gestão equivocada?
É nítido o descontentamento de diversos setores da sociedade que pregam não só processos ambientais que evoluam nossa relação com a natureza mas o acesso a energia elétrica barata como transformação social real. Mais uma vez estamos na contramão do mundo dizem ambientalistas e profissionais dos setores sociais que enxergam carros elétricos e painéis solares como uma grande possibilidade para equilíbrio que tanto se prega.
Por: Tiago MKT
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Atualização: 08/01/2026
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